Poupança perde R$ 6,2 bi em junho; no ano, resgate chega a R$ 38,5 bi, novo recorde

Em junho, R$ 6,2 bilhões de reais foram resgatados da poupança pelos brasileiros, informou hoje o Banco Central. O resgate é quase o dobro do registrado em maio, quando foram sacados liquidamente R$ 3,2 bilhões. Este é o sexto mês consecutivo em que o resgate supere a aplicação na caderneta de poupança. No ano acumulado do ano, o resgate chegou a R$ 38,5 bilhões. A saída de recursos preocupa o governo e os bancos, pois ela é fonte de recursos para os financiamentos imobiliários do Sistema Financeiro da Habitação (SFH).

Postalis entra com ação contra gestor e BNY Mellon por rombo em fundo no exterior

O fundo, que deveria comprar apenas papéis da dívida brasileira, teve de provisionar neste mês mais da metade (51,8%) do patrimônio para eventuais perdas com os títulos, que além de perderem valor com a inadimplência argentina, teriam sido comprados por um valor muito acima do de mercado. O BNY Mellon diz que a responsabilidade pela escolha do gestor, que sumiu, é do Postalis.

Gestora cresce com crédito estruturado e cria Fidc para pessoa física

A demanda por opções de investimento em renda fixa aumentou a procura por operações estruturadas de crédito, como os fundos de investimento em direitos creditórios (Fidc). Segundo Leonardo Russo Calixto, sócio da Empírica Investimentos, apenas nos últimos 12 meses, oito gestoras de recursos procuraram a casa independente especializada em crédito estruturado em busca de aplicações.

Fundo no exterior da Postalis perde R$ 198 milhões com sobrevalorização de títulos e Argentina

Um fundo de investimentos no exterior do fundo de pensão dos funcionários dos Correios, o Postalis, teve de provisionar neste mês mais da metade (51,8%) do patrimônio para eventuais perdas com títulos de empresas que teriam sido comprados por um valor muito acima do de mercado e que são garantidos por papéis da dívida argentina. O patrimônio do fundo Brasil Sovereign II Fundo de Investimento de Dívida Externa (Fidex) caiu R$ 198 milhões, de R$ 384 milhões para R$ 186 milhões, no dia 1º de agosto. O Postalis é o único cotista da carteira.

Justiça libera troca de gestor de fundo de crédito com 86% de atrasos

A Justiça derrubou ontem uma liminar que impedia a Brasil Plural de assumir a gestão do Fundo de Direitos Creditórios (Fidc) Trendbank Banco de Fomento Comercial. A carteira, formada em sua maioria por empréstimos feitos por empresas de factoring, está com R$ 351 milhões em papéis vencidos e não pagos, o que representa 86% dos ativos do fundo, de R$ 408 milhões. Fundos de pensão e de regimes próprios são investidores.

Fundos Petrobras acumulam 15% em março; carteiras de ações são destaque no mês

Os fundos de ações foram destaque em março, graças à forte recuperação da bolsa no fim do mês passado. As carteiras de FGTS Petrobras, que chegaram a cair mais de 5% ao longo do mês, reverteram as perdas e fecharam em alta de 14,98%. Mesmo assim, ainda perdem 6,72% no ano, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

BNDES prevê lançamento de R$ 10 bi em debêntures de infraestrutura em 2014

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, afirmou que há uma “lista grande de negociações” para o lançamento de debêntures de infraestrutura em 2014, que pode chegar a R$ 10 bilhões. “E queremos ampliar essa escala ainda mais”, afirmou o executivo

Operação prende acusados de golpes com Fidcs em fundos de previdência municipais

Os regimes próprios de previdência aplicavam em Fidcs formados por papéis de empresas fantasmas comandadas pela quadrilha, que não eram pagos, e o prejuízo ficava para o fundo do município. Outro ramo da quadrilha comandava uma holding de empresas usadas para lavagem de dinheiro que sacou R$ 300 milhões em 18 meses.

Rio Bravo tem fundo de investimento em infraestrutura “no forno”

A gestora de fundos Rio Bravo Investimentos deve lançar nos próximos meses um fundo para investir exclusivamente em títulos de dívida de empresas destinados ao financiamento de grandes projetos, as chamadas debêntures de infraestrutura. De acordo com o presidente da Rio Bravo, Mario Fleck, a aplicação “está no forno”, e será direcionada a investidores institucionais

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