Petrobras reduz investimentos e produção até 2019

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou a redução do plano de investimentos da companhia para o período 2015-2019 para US$ 98,4 bilhões, o que representa um corte de 24,5% desde a projeção inicial realizada pela estatal. Os US$ 32 bilhões cortados do novo plano são decorrentes da otimização do portfólio de projetos e do efeito cambial, segundo apontou a empresa em comunicado.

Investimento das empresas de capital aberto é o menor desde 2010, aponta Economática

Os investimentos (Capex) de 172 empresas de capital aberto brasileiras em setembro caíram para o menor nível desde dezembro de 2010, apontou estudo da Economatica, que comparou o dinheiro que as empresas estão colocando em novos projetos com a depreciação de seus ativos. A mediana no indicador no mês de setembro de 2015 é a menor já registrada, equivalente a 132,6% da depreciação (ou seja, as empresas investiram 32,6% a mais do que o necessário para repor a depreciação de seus equipamentos e ativos) . Na comparação com as empresas mexicanas, que investiram mais, o Brasil perde.

Quando o risco vira oportunidade: cresce o desempenho dos investimentos com foco sustentável

Mais do que assegurar uma redução do risco dos investimentos, as análises em sustentabilidade têm se caracterizado no mercado como importante oportunidade para as companhias, tornando-se um impulso estratégico de crescimento. Segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceira com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), atualmente, 9% das carteiras dos bancos brasileiros já correspondem a empresas que consideram preocupações socioambientais em suas prioridades.

BrasilAgro se prepara para aquisições aproveitando crise no agronegócio

A alta do dólar, que beneficia o produtor rural ao aumentar os ganhos com a exportação de produtos no médio prazo, acabou provocando uma crise no agronegócio no curto prazo, afirma Julio Toledo Piza, presidente da BrasilAgro. Segundo ele, a desvalorização do real aumentou rapidamente o débito em dólar de muitas empresas, além de encarecer o custo dos insumos para o plantio, que também são cotados na moeda americana. Ele diz que no alvo estão ativos ligados à pecuária e que a empresa tem R$ 320 milhões para essas aquisições.

Petrobras corta investimento em US$ 11 bi e despesas em US$ 7 bi para 2015 e 2016

A Petrobras informou há pouco que decidiu reduzir os investimentos e os gastos para os próximos dois anos, em virtude da alta do dólar e da queda do petróleo. Os investimentos cairão US$ 11 bilhões, de US$ 55 bilhões para US$ 44 bilhões este ano e no próximo. Já os gastos gerenciáveis serão reduzidos de US$ 57 bilhões para US$ 50 bilhões, ou seja, uma economia de US$ 7 bilhões.

Para Itaú BBA, setor de Telecomunicações será o mais afetado com o fim do JCP

O setor de Telecomunicações deverá ser o mais afetado por um possível fim do benefício de juros sobre capital próprio (JCP), segundo estimativas do Itaú BBA. De acordo com o banco, tal instrumento de distribuição de proventos não existe em outros mercados e, com o governo brasileiro buscando novos reforços para o ajuste fiscal, o JCP tornou-se um bom alvo.

Bendine diz que aumento de capital da Petrobras “está totalmente descartado”

O presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, afirmou hoje, durante entrevista para detalhar o novo Plano de Negócios da empresa para os próximos quatro anos, que uma eventual operação de aumento de capital com emissão de ações da empresa está “totalmente descartada”. “Uma capitalização está totalmente descartada, não passa pela realidade da empresa”, disse Bendine. O plano reduz em 37% os investimentos da companhia nos próximos quatro anos, o que levou a uma redução de 30% na estimativa de produção da empresa em 2019.

Petrobras corta 37% dos investimentos até 2019; meta de produção será 30% menor

A Petrobras anunciou hoje uma revisão de seu plano estratégico para o período 2015-2019 com um corte de 37% nos investimentos previstos. A medida é necessária para a empresa reequilibrar seu caixa e reduzir seu endividamento. O plano prevê uma redução do endividamento em relação ao patrimônio líquido da empresa abaixo de 40% até 2018 e de 35% até 2020.

Após cinco meses de jejum, empresas captam no exterior US$ 6 bi em 40 dias

Após cinco meses de jejum provocados pelo receio de que o país poderia perder o grau de investimento, pelo escândalo da Petrobras e o adiamento de seu balanço, as empresas brasileiras voltaram a emitir papéis no mercado internacional em maio. De acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) e de instituições finaceiras, no mês passado, três empresas pioneiras no ano captaram US$ 2,1 bilhões, que se somam a US$ 3,9 bilhões de outras três operações realizadas nos primeiros oito dias deste mês, elevando o total obtido em cerca de 40 dias para US$ 6 bilhões.

Estoque de LCI cresce 54% em 12 meses até abril; LCA avança 50%

O volume de títulos privados no mercado brasileiro, sem contar aplicações vencidas ou resgatadas, avançou 1% neste primeiro quadrimestre, para R$ 2,518 trilhões, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados da integradora do mercado financeiro Cetip, que registra as operações. Apenas o estoque de Letras de Crédito Imobiliário (LCI) cresceu 54% em 12 meses até abril e 16% em 2015, enquanto as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) tiveram alta de 50% em relação ao mesmo mês do ano passado de 12% no ano.

Aplicações de clientes de alta renda em private banks avançam 3,3% no 1º tri

Os investimentos registrados no segmento de private banking neste primeiro trimestre totalizaram R$ 666,5 bilhões, uma alta de 3,3% na comparação com dezembro do ano passado, segundo dados Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). No mesmo período de 2014, o avanço foi de 2,4%.

Mesmo com queda do consumo, Renner mantém investimentos e prevê mais 45 lojas em 2015

O recente recuo das vendas do varejo, somado às perspectivas cada piores de desaceleração econômica no país, parecem não impactar os planos de expansão das Lojas Renner para 2015. A rede informa que manterá intacto seu investimento de R$ 550 milhões para o período, que prevê o lançamento de mais 25 lojas da marca, dez da Camicado, especializada em produtos para a casa, e outras dez da Youcom, o selo jovem da fabricante.

Anatel dá sinal verde para a compra da GVT pela Telefônica com troca de ações da Telecom Itália

O Conselho Diretor da Anatel concedeu hoje anuência prévia para operação de permuta de ações detidas pela Vivendi S.A. na Telefônica Brasil S.A. por ações detidas pela Telefónica S.A. na Telecom Italia S.p.A. Essa operação corresponde a etapa subsequente, denominada Passo 2, à aquisição do controle societário da GVT Participações S.A. pela Telefônica Brasil.

Após reversão de prejuízo, Coinvalores recomenda manutenção das ações da CSN

Apesar da reversão do prejuízo no último trimestre do ano passado, o resultado da CSN foi considerado fraco pela Coinvalores, que recomenda a manutenção dos papéis da siderúrgica. A empresa divulgou hoje um lucro líquido de R$ 67 milhões no quarto trimestre, contra prejuízo nos três meses anteriores.

Telefônica e Taesa lideram as indicações de ações com bons dividendos em março

No mês em que o mercado financeiro começa a avaliar parte do resultado dos ajustes fiscais do governo nos dados econômicos, os nomes das companhias tidas como as melhores pagadoras de dividendos no período repetem as recomendações vistas em fevereiro. Novamente na liderança, a Telefônica levou quatro indicações de seis corretoras que enviaram suas sugestões de carteira para o blog Arena. A novidade ficou por conta da Taesa, que ganhou a mesma quantidade de recomendações da operadora.

Empresas em bolsa devem cortar R$ 22,7 bi em investimentos em 2 anos, estima BTG

As empresas com ações listadas em bolsa devem reduzir seus investimentos este ano em 8% e mais 8% no ano que vem, estimam os analistas do BTG Pactual Carlos Sequeira, Fabio Levy e Bernardo Teixeira. Esses percentuais equivalem a um corte de R$ 22,7 bilhões, R$ 11, 585 bilhões este ano e de R$ 11,144 bilhões no ano que vem. Com isso, o total investido por essas empresas cairia de R$ 143,917 bilhões em 2014 para R$ 132,332 bilhões em 2015 e R$ 121,188 bilhões em 2016. A queda é um sinal de desconfiança ou pessimismo das empresas com relação ao futuro dos negócios, o que as faz reduzir os investimentos em ampliação da capacidade ou novos negócios.

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