Vale diz que ação de R$ 20 bi contra Samarco foi extinta

A Vale informou hoje que a ação civil pública ajuizada pela Sociedade Humanitária Nacional (Sohumana) contra a Samarco Mineração e suas acionistas, a BHP Billiton Brasil e a Vale, na 5ª Vara Federal do Rio de Janeiro, foi julgada extinta, sem resolução do mérito, por sentença transitada em julgado. A ação foi comunicada ao mercado pela Vale em 7 de dezembro de 2015 e solicitava o pagamento de indenização de R$ 20 bilhões por danos ambientais e patrimoniais causados pelo acidente na barragem de Fundão da Samarco, na Cidade de Mariana, no Estado de Minas Gerais.

Parente defende preferência de investimento da Petrobras no pré-sal e cita “quadrilha”

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirmou hoje que a empresa apoia a revisão da Lei de Partilha com a substituição da obrigatoriedade de participação com pelo menos 30% dos investimentos em cada campo de exploração do pré-sal pelo direito de preferência, de acordo com a avaliação de onde é melhor fazer parte do negócio. Ele disse que a empresa foi vítima de uma “quadrilha”, disse ser contra uma capitalização da empresa pelo Tesouro e defendeu o conteúdo nacional pela competência, não pela reserva de mercado.

Bolsa de Nova York anuncia suspensão de negócios com ADR da Eletrobras

A decisão da Nyse ocorreu depois que, na véspera, a Eletrobras deixou de entregar às autoridades americanas o balanço auditado da empresa. Segundo a Bolsa de Nova York, a empresa tem o direito de solicitar revisão da medida. O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, que participou, no Rio de Janeiro, da solenidade de abertura do 13º Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico (Enase), informou que amanhã a Eletrobras vai recorrer da decisão.

Companhias abertas rejeitam mais direito a voto em código único de governança

Segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), 73% dos seus participantes rejeitam a sugestão de que cada ação tenha direito a um voto, princípio em discussão no mercado por conta da criação do código único de governança corporativa no país. Apenas as ações ordinárias (ON) possuem poder voto nas empresas, mas a maioria dos papéis em circulação é de papéis preferenciais, sem voto.

Empresários preveem avanços com código de governança das estatais

Com a proximidade do lançamento de um código nacional de governança corporativa para empresas estatais, que ganhou força após os escândalos na Petrobras revelados pela Lava Jato, empresários já veem o novo texto como uma oportunidade de mudança nas relações entre o setor público e privado no Brasil. O texto é esperado para o fim deste ano.

Samarco aceita pagar R$ 4,4 bi em três anos para recuperar Rio Doce; Vale e BHP dão aval

Um acordo para a recuperação da Bacia do Rio Doce, que foi prejudicada pelo rompimento da barragem da mineradora Samarco no município mineiro de Mariana, em novembro do ano passado, está sendo negociado hoje em Brasília. Segundo a Procuradoria-Geral do Espírito Santo, a Samarco concordou em arcar com o pagamento de R$ 4,4 bilhões pelo trabalho de recuperação, nos próximos três anos. As donas da Samarco, Vale e BHP Billiton, se comprometeram a garantir os pagamentos.

Ibri quer acelerar código de governança corporativa; CVM cobra ação do mercado

O presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri),Geraldo Soares, quer acelerar as discussões para, nos próximos três meses, preparar uma proposta para um código de governança corporativa único para o mercado. O presidente da CVM, Leonardo Pereira, disse que quer implementar o código nacional em seis meses e cobrou ação das entidades do mercado diante da “lama da corrupção” e para mostrar que ela não é um problema sistêmico.

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