Arena Especial, Imóveis

Interesse em comprar imóvel para investir caiu no 4º tri, mostra Raio X FipeZap

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A participação dos investidores no total de compradores de imóveis no quarto trimestre continuou a declinar, atingindo o menor percentual da série histórica em dezembro de 2016 (39%). Esse é um dos resultados do Raio-X FipeZap do 4º trimestre de 2016, que traz a percepção atual e expectativa dos agentes para 2017. Esse percentual era de mais de 45% em julho de 2014, o que mostra como a crise do setor afetou a perspectiva do investimento imobiliário.

Especificamente, o maior recuo foi observado entre os investidores com o objetivo de aluguel, cuja participação no total de respondentes recuou ao menor percentual da série histórica (21%) em dezembro de 2016. O recuo dos valores de locação e as dificuldades em encontrar inquilinos explica o menor interesse desse que sempre foi o mais tradicional investimento dos brasileiros.

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Já o percentual dos que pretendem comprar imóveis nos próximos três meses caiu marginalmente, de 43% para 42% dos entrevistados, diz o estudo:

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Descontos menores

A participação das transações com desconto no total de transações permaneceu praticamente estável entre o terceiro e o quarto trimestre do ano, em torno de 75%. Já o percentual médio de desconto apresentou ligeira queda ao longo do último trimestre, fechando o ano em 8,7%.

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Em termos de percepção de preço, entre o terceiro e o quarto trimestre de 2016, o percentual de compradores em potencial (isto é, com pretensão de adquirir imóveis nos próximos 3 meses) que classificava os preços atuais como “altos ou muito altos” recuou de 69% para 66%; ao passo que, entre aqueles que adquiriram imóveis recentemente, essa proporção aumentou de 48% para 52% dos respondentes.

Em relação às expectativas sobre a evolução de preços dos imóveis, observou-se um aumento significativo do percentual (de 30% para 36%) de entrevistados que esperavam queda nos preços ao longo de 2017. Já a proporção de respondentes que partilhavam de uma expectativa de aumento nos preços, para o mesmo horizonte temporal, recuou de 17% para 13% entre o terceiro e último trimestre de 2016.

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