Ações, Ações na Arena

Segunda prévia do IGP-M sobe 0,08%, abaixo do esperado; IPC-Fipe tem alta de 0,02%

alimentacao-supermercado_inflação_compras_alimentos

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou alta de 0,08% na segunda prévia de março, superior ao índice de 0,02% da segunda prévia de fevereiro. O indicador acumula 4,92% em 12 meses, de acordo com dados divulgados hoje pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O número ficou abaixo do esperado pelo mercado, que trabalhava com alta de 0,22%.

A alta do índice de fevereiro para março foi provocada pelo aumento do custo da construção civil e dos preços no atacado. A taxa do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA, que representa 60% do IGP), que avalia o atacado, cai menos, de -0,15% na prévia de fevereiro para -0,08% na de março.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC, que representa 10% do indicador) teve inflação de 0,52% em março, ante uma taxa de 0,35% em fevereiro. A inflação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC, com peso de 30%), que acompanha a evolução dos preços no varejo, caiu de 0,36% na prévia de fevereiro para 0,32% em março.

IPC-Fipe acima da expectativa por habitação

Já o IPC da Fipe da segunda quadrissemana subiu 0,02%, acima da expectativa do mercado, que era de queda de 0,05%. Depois de apresentar deflação de 0,09% na primeira prévia do mês, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, voltou a subir levemente. A reversão foi provocada, principalmente, pelo grupo habitação que subiu de 0,36% para 0,38%.

Em saúde foi constatada redução no ritmo de aumento, com a taxa passando de 0,71% para 0,57% e, em educação, ocorreu nova desaceleração, de 0,04% para 0,03%. O que ajudou a segurar o avanço da inflação foi a manutenção de recuo nos quatro grupos restantes do levantamento, apesar de ser sido verificado um movimento de recuperação em todos eles.

Em alimentação, o índice passou de uma queda de 0,73% para 0,41%, no grupo transportes, de -0,19% para -0,11%, em despesas pessoais, de -0,13% para -0,10%, e em vestuário, de -0,33% para -0,11%.

O levantamento da Fipe é feito sobre a variação de preços dos produtos e serviços consumidos pelas famílias com renda mensal de um a dez salários mínimos.

As informações são da Agência Brasil.

Artigo AnteriorPróximo Artigo